8 de novembro de 2014

THE KILLING - 4ª Temporada (e o fim da série)


Continuando diretamente de onde a 3ª temporada parou, a 4ª e última temporada de The Killing teve apenas seis episódios para resolver três questões: o que aconteceria a Linden e Holder em relação às pendências da última temporada, o caso da vez e o desfecho da série.

Como todos que acompanhavam a série estão por dentro do que aconteceu na 3ª temporada, vou falar só um pouquinho, pra situar a história: Linden descobre que o Chefe de Polícia e seu ex-parceiro e amante James Skinner era o serial killer que os detetives tanto procuraram durante toda a temporada – tendo, inclusive, sido responsável pela morte da mulher de Ray Seward, que morreu na cadeia por tal crime. Ela o mata e Holder a ajuda a sumir com o corpo e com as evidências.


Agora, em meio a uma crise de culpa, Linden não consegue seguir em frente por causa do que fez, enquanto Holder, que descobre que vai ter um filho, não consegue entender como Linden continua presa ao assassinato – e fica com medo de que ela acabe confessando o crime e o levando junto. Desentendimentos à vista, será?

Ao mesmo tempo, uma família é assassinada e a única pessoa que sobrevive é o filho mais velho, que estuda em um internato militar – dificultando o acesso dos detetives aos fatos e, consequentemente, ao assassino.

E, vamos considerar mais uma coisa, além de ter menos da metade de episódios do que o normal (considerando apenas a temporada anterior, já que o primeiro caso durou DUAS temporadas), os roteiristas ainda tinham que se preocupar com o final da série – pra não deixar nada solto e mal contado.


Como já foi falado por aqui, essa temporada (diferente das anteriores) foi lançada pela Netflix, ou seja, todos os episódios saíram juntos – o que, para mim, foi muito bom: imagina surtar de ansiedade todas as semanas, esperando pelo novo episódio?

A série fechou muito bem, todos os fios soltos das temporadas anteriores foram muito bem amarrados, os personagens mostraram uma evolução coesa e muito interessante, o caso da vez manteve um mistério à altura da série – ao invés de ficar apenas de pano de fundo para os problemas pessoais dos personagens principais – e o final foi bonito, sem ser piegas ou sem ter nada a ver com o estilo da série.


É uma série que vai fazer falta (mesmo sabendo que não daria para continuar muito mais, já que histórias assim acabam sendo condenadas à mesmice), mas que, ao mesmo tempo, teve um final muito bom – ou seja, podemos indicar aos amiguinhos!

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