1 de novembro de 2014

HEMLOCK GROVE - 2ª Temporada, a.k.a. Whaaaaaaaaat?


A segunda temporada de Hemlock Grove conseguiu ser mais crazy do que a primeira. Depois de toda a rebordosa em relação aos assassinatos causados por um lobisomem (que as pessoas acreditavam ser Peter), a mais recente temporada trouxe uma conspiração que assassinava crianças (e sua família, em alguns casos) por temerem a volta do anticristo.

Como comentado anteriormente, Letha teve seu bebê no final da temporada anterior – mas, não resistiu em morreu. Como o bebê também era de seu primo Roman, este o leva para casa, ao mesmo tempo em que descobre ser um ufir e tentar matar sua mãe pela condição que esta impôs a ele.


Lutando para controlar seus impulsos sanguinários e brigado com seu BFF Peter (que foi embora no final da primeira temporada, mas que voltou para livrar sua mãe da cadeia e enviá-la fugida para a Romênia), Roman e Peter comprovam ser quase almas gêmeas nessa temporada, já que ambos começam a ter sonhos premonitórios em relação a estes assassinatos maquiados de acidentes.

No meio dessa confusão toda, eis que surge Miranda, que sofre um acidente em Hemlock Grove, corre até a porta de Roman e pede ajuda e abrigo. Coisas surreais começam a acontecer, entre elas: Miranda descobre o bebê mantido no quarto secreto da casa de Roman, começa a cuidar dela e, do nada, passa a dar leite – numa gravidez psicológica mais rápida que nissin miojo; ela se interessa por Roman e por Peter ao mesmo tempo, sem saber que eles eram amigos e, quando todos fazem as pazes felizes e contentes, ainda rola um menage *Oh my*.


A prima de Peter tem uma experiência de quase morte para ajudar a encontrar os assassinos; Miranda dá uns ataques de pelanca pois não entende *what the hell* está acontecendo, mas tem tempo de levar a bebê pro médico e pagar de mãezinha, claro; o pai de Letha descobre que (apesar de estar tendo um caso do Olivia por mais de vinte anos) a mamãe de Roman matou sua recém tornada ex-mulher; Olivia descobre que está com câncer e morrerá logo, logo....

Mas, e a Shelley? Bem, esta retorna das cinzas num momento lindo estilo Frankestein: com parte do rosto e dos cabelos queimados, ela se refugia numa cidade abandonada, dentro de uma casa – sem saber que esta é vizinha de uma casa ocupada, ainda. Um garotinho a encontra, mas não tem medo dela, eles viram amigos e ele até empresta o telefone celular do pai/padrasto (não prestei meeeeeesmo atenção), que maltrata a criança. Shelley, antes de partir (pediu ajuda pro tio), vai se despedir do menino, vê os maus tratos e mata geral (menos o menino, claro).


A temporada é muuuuito viagem, de uma forma bom e ruim, também. Todo mundo já sabe que Hemlock Grove é um terror mais adolescente, acho que essa temporada conseguiu dar uma amadurecida na história. Mas, ainda assim, ainda há coisas muito crazy e sem nexo. Bom mesmo é ver, (gostar internamente mais do que quero admitir) e dar uma zoadinha. ;)

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