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7 de fevereiro de 2015

MIDNIGHT CROSSROAD - Midnight Texas Trilogy - Livro 1, a.k.a. Unindo o útil ao agradável!


Que eu sou viciada em Charlaine Harris é fácil saber. Já falei dos livros da série que inspirou True Blood (Sookie Stackhouse Series) e fiz uma resenha sobre a série da Harper Connelly (fantástica, quatro livrinhos que a gente lê sem ver o tempo passar). Agora, que a nova série de livros (ou melhor, pelo menos o primeiro livro da nova série – Midnight Texas Trilogy) conseguiu reunir elementos que só a autora consegue imaginar – bem, por essa nem eu esperava.

A verdade verdadeira é: ainda não terminei (de longe) de ler a série de livros da Sookie Stackhouse - são muitos livros e, por mais maravilhosos/deliciosos de ler que eles sejam, chega uma hora que a gente precisa ler outra coisa para não dar a impressão de que a gente tá a vida toda lendo uma coisa só (tenho aflição com isso, sorry).

Esqueci um pouco a série e, praticamente na mesma época, descobri que tava rolando uma nova série: a já mencionada Midnight Texas Trilogy. Vou falar, são muitas páginas. Comecei a ler no passinho da tartaruga, como quem não quer nada, tentando identificar os personagens e BUM! viciei de uma hora para outra, não consigo mais largar.


Agora, O QUE TEM DE TÃO DIFERENTE ASSIM nessa série? Como a maioria das pessoas nem sabe direito da existência da série da Harper Connelly (já compraram direitos pra fazer a série, mas a ideia foi pro saco), vou explicar: na série da HC, além dos personagens principais, nos últimos livros vemos também um personagem que tem poderes psíquicos e que viaja com a avó (também paranormal) realizando trabalhos de clarividência pelos EUA. O nome dele é Manfred, e ele será o novo morador de Midnight Crossroad – literalmente uma estrada com casas e lojinhas ao seu redor, cujos moradores estão lá para fugir de alguma coisa.

Só pela ideia de um spin-off já achei mara. Mas, não para ai: Charlaine Harris inclui no universo da Harper Connelly/Manfred vampiros (ou seja, ela juntou as duas – agora três – séries em um único “universo”, ao mesmo tempo em que, aqui, os vampiros não são a principal premissa / o principal assunto do livro – e sim, rufem os tambores, temos um assassinato misterioso! (POSSO CASAR COM O LIVRO, PFVR?)

Assumo que ainda não terminei de ler o primeiro e ele pode muito bem terminar uma porcaria. Mas, acho que não. Mesmo assim, não podia perder a oportunidade de deixar registrado o quanto amei ver essas duas referências em uma terceira história cujo plot principal é outro! Recomendadíssimo!!!

18 de dezembro de 2014

Livro: O GUARDIÃO - Nicholas Sparks, a.k.a. Alguém me dá um tiro!


Algumas coisas na vida a gente protela até dizer chega, parece que nosso subconsciente tá lá, avisando que a gente não vai gostar daquele livro, filme ou daquela comida, sei lá hahahah. Eu faço parte da geração mais apaixonada na vida por Um Amor pra Recordar. Desculpa a sinceridade nesse momento, mas eu ODEIO esse filme com todas as minhas forças.

Não gosto da Mandy Moore (torci baldes para ela desaparecer logo de Entourage e quando ela o fez, comemorei!), o mocinho (que, por acaso, faz Salem agora) tem cara de doente aidético terminal (cruzes!) e eu acho a história supervalorizada, tudo bem, a garota tá morrendo e ensina várias coisas pro carinha, mas come on, não é o cúmulo do romance como todo mundo diz, não!


Apesar de, ao longo de uns anos pra cá, de tempos em tempos me pegar vendo algum filme adaptado de livros do Nicholas Sparks, a vontade de ler um dos seus livros sempre passou batida – acho que eu já tava prevendo o que ia acontecer! Até que, um belo dia, estou eu na Saraiva e vejo O Guardião. “O que tem esse livro de tão especial?”, você me pergunta (ou não), e eu te respondo: em sua contracapa está escrito exatamente assim:

(...) “O guardião contém tudo o que os leitores esperam de um romance de Nicholas Sparks, mas desta  vez ele se reinventa e acrescenta um novo ingrediente à trama: páginas e mais páginas de muito suspense.”

Repito – MUITO SUSPENSE!


Tava barato, comprei, comecei a ler imediatamente – tentando retificar meu erro de nunca ter lido nada desse autor que tá sempre bombando (sabe-se lá porquê) e.... parei na página 33! Mais de um ano depois voltei a ler, agora até o fim, e vou falar uma coisa.... Cadê o “muito suspense”?

Eu sei que eu leio umas coisas meio crazy às vezes, mas eu curto ler um romance também, leio vários ao longo de um ano, mas esse cara é muito óbvio e o suspense (que foi o que me atraiu mais na hora de comprar o livro) praticamente não existe: o “malvadinho” é um stalker que quer a mocinha de volta, e ele vive numa casa que tem um quarto escuro onde ele revela zilhões de fotos da mocinha, ele sempre sabe o que ela fez e ela fica apavorada, troca o número de telefone, ok.


Mas, de acordo com a maneira que NS escreve, não dá tanto suspeeeeense assim (imagina a mesma história escrita, sei lá, pelo Stephen King – eu ia me mijar de medo!). Fora que, desculpa, ser piegas tem limite e frases como ‘e foi nesse dia que a fulaninha descobriu que estava apaixonada por ele’ me fazem querer vomitar. Apenas.

30 de novembro de 2014

Livro: Série A Mediadora - Meg Cabot, a.k.a. Um Vício em Série de Livros para Chamar de Meu


Quando eu era adolescente, nunca me interessei pelos livros da Meg Cabot – assisti ao Diário da Princesa, curti o primeiro filme, já o segundo achei bem “máomeno”… Até que, ano passado, comecei a ler a série de livros dos Mistérios de Heather Wells (para quem não está familiarizado: Tamanho 42 não é Gorda, Tamanho 44 também não é Gorda, e suas continuações…).

Mas uma série que sempre chamou minha atenção (lembro de, há cerca de 10/12 anos, ficar “namorando” os livros na Fnac) é A Mediadora, que conta a história de Suzannah, uma garota de 16 anos que se muda de NY para a Califórnia junto com sua mãe, que se casou e agora está formando uma nova família (além de seu novo marido, o pacote inclui também 3 novos “irmãos” para Suzannah). Só que ela não é uma garota comum, ela é uma mediadora, ou seja, ela consegue ver e se comunicar com os mortos – e seu trabalho é ajudá-los em suas pendências, para que eles possam seguir sua jornada para o além-mundo.

Capas antigas dos livros

Até agora, a série conta com 6 livros – Terra das Sombras, O Arcano Nove, Reunião, A Hora Mais Sombria, Assombrado e Crepúsculo – mas a autora já anunciou o lançamento do sétimo livro para Julho/Agosto de 2015. Sinceramente, eu não sei se isso é uma coisa boa ou ruim, porque:

1 – Ainda não terminei de ler a série, então não sei se o sexto livro teve algum tipo de conclusão que será desfeita pelo novo lançamento.

2 – Isso significa que mais livros poderão vir depois desse, o que, por um lado, é muito legal – já que os livros são muito bons e rápidos de ler; mas, por outro, deixa a gente pendurada na história, esperando mais trocentos anos pelo lançamento de outra continuação… me sinto como os fantasmas que Suzannah tem que ajudar, cheia de assuntos pendentes.

Capas novas dos livros

Mas, o principal, para mim, é: ESTOU VICIADA nos livros!!! Em cerca de 2 semanas já li os 4 primeiros livros da série e estou na metade do quinto livro – não quero outra coisa da vida. 

Como eu já mencionei em posts como o de Awkward, acho que estou sofrendo uma espécie de crise de idade – me vejo sempre sendo “sugada” por histórias bem adolescentes *Freud explica*.

A série A Mediadora possui tudo o que eu mais amo: rapidez na leitura, romancinho bobo e mistério. E que venha o próximo livro!

10 de novembro de 2014

Livro: GAME OF THRONES - LIVRO UM - George R. R. Martin, a.k.a. Procurando a luz no fim do túnel!


Já comentei aqui algumas vezes que tenho problemas em seguir as tendências do que todo mundo vê e lê – por pura preguiça ou, como seria mais confortante pensar, devido a uma rebeldia inconsciente, recusa a seguir as massas (#sqn) – mas, a verdade é que protelei e fiz promessas a pessoas – promessas essas que consistiam em começar a ler os livros e começar a ver a série-mais-comentada-de-todos-os-tempos ------> Game of Thrones.

Lá pra junho (férias, tédio, ilusão de que teremos tempo para fazer tudo em apenas um mês) comecei a ler o primeiro livro – já que sabia que, diferente de algumas pessoas que possuem a capacidade de ver o que acontece na série e DEPOIS têm a força de vontade de ler o livro (não tenho a menor paciência para ler uma história que já sei como termina), se eu começasse a série, os livros que estão mofando/enfeitando aqui nunca seriam abertos e lidos.

O começo me surpreendeu MUITO. Tudo bem, eu já sabia muita coisa da história, acho que só se eu morasse em Marte eu conseguiria não saber sobre algumas coisas que acontecem no final do primeiro livro/da primeira temporada, e estava realmente interessada em saber mais sobre a personalidade de tantos personagens que eu já ouvia tanto – estava super íntima, já.

A batalha interna entre abandonar o livro e ler até o final.

Só que, a partir do meio do livro – talvez por cansaço, afinal, o trabalho tinha voltado, junto com faculdade, estágio obrigatório, monitoria e todas as mazelas de não ser rica; talvez porque eu estava meio de saco cheio (já ouvi boatos de que o meio do primeiro livro é meio chato, mesmo) – começou a rolar uma preguiça enooooooorme de continuar.

Vou dizer uma coisa: cada um possui um comportamento próprio no que diz respeito a forma que lê ou que julga se um livro é bom ou não; uma das minhas “réguas” é a vontade que eu tenho de ler outras coisas enquanto estou lendo o livro da vez. Nem sempre querer ler outro livro significa que o que estou lendo é ruim mas, veja bem, com o Livro Um de Game of Thrones isso aconteceu MUITO.

As caras julgadoras dos amigues quando digo o que achei do livro.

Para ilustrar melhor, de junho a outubro (é, só terminei o livro em outubro), parei cerca de umas cinco vezes para ler outros livros – às vezes emendando dois ou três livros diferentes antes de me lembrar que Game of Thrones estava lá, paradinho, me esperando. Acho que isso diz alguma coisa, não?

Assim que terminei o primeiro livro, pensei em começar o segundo. Não sei explicar muito bem o porquê, mas resolvi esperar até as férias de dezembro. Farejo um ciclo vicioso! Hahaha.

Comecei a ver a primeira temporada. Como qualquer adaptação, algumas coisas estão diferentes, mas isso era de se imaginar – já que o livro é em primeira pessoa – cada capítulo uma pessoa diferente.

Me disseram que vai melhorar. Mas, vou te dizer, quando olho o terceiro livro da série me dá até uma dorzinha no coração!

7 de outubro de 2014

165 anos sem Edgar Allan Poe


Edgar Allan Poe nasceu em Boston no dia 19 de Janeiro de 1809 e morreu de forma misteriosa em 07 de Outubro de 1849. Ao longo de sua (breve) vida, Poe foi autor, poeta, editor e crítico literário, além de ter outros empregos temporários como meio de se sustentar. Tendo perdido praticamente todas as figuras femininas de sua vida de forma trágica, a figura da mulher exerce um importante papel em seu trabalho – principalmente em seu último poema, dito uma homenagem à sua falecida esposa e prima Virginia – Annabel Lee.

Mesmo tendo morrido quase sem reconhecimento em sua terra natal e na pobreza, hoje é considerado um dos pais da literatura americana, deixando de lado a literatura nacionalista da época para se voltar para uma literatura mais universal – e, devido à preferência do público – optou por escrever contos góticos, num estilo bem Romântico sombrio.


Mesmo tendo escrito poemas inesquecíveis – O Corvo (lindamente referenciado por Tim Burton em Vincent – ver aqui) e Annabel Lee (parcialmente recitado no filme O Corvo, onde John Cusack interpreta o atormentado autor em um Thriller de época cujos assassinatos são baseados na obra de Poe), a grande fama de Poe – principalmente em sua transposição para os cinemas – acontece através de seus contos.

Alguns dos mais conhecidos filmes baseados nos contos de Edgar Allan Poe são - detalhe: muitos deles foram interpretados por Vincent Price, o pai do suspense e, pra quem não lembra, o pai do Edward Mãos de Tesoura! O Gato Preto (1934), A Queda da Casa de Usher (1928), Os Assassinatos da Rua Morgue (1932), A Mansão do Terror (1961), Histórias Extraordinárias (1968), Vincent (1982), entre muitos, MUITOS outros.


Aqui no Brasil tivemos uma minissérie chamada Contos do Edgar (2012), que também foi baseada nos contos do autor.

No dia 24 de Outubro estreia nos EUA o filme Stonehearst Asylum, também baseado em um conto de Poe – O Sistema do Doutor Alcatrão e do Professor Pena. Procurei na internet, mas ainda não encontrei uma data definida para a estreia aqui no Brasil.

5 de outubro de 2014

Livro: CIDADES DE PAPEL - John Green, a.k.a. Quero ser grande, mas não tanto!


Na hora de escolher o primeiro livro escrito por John Green para ler, logo descartei A Culpa é das Estrelas. Desculpa, também não vi o filme (embora isso eu até queira remediar), mas sei mais ou menos sobre o que a história trata. Ando evitando o dramalhão e a choradeira desnecessários.

Comecei a ler Cidades de Papel muito, muito animada... aí desanimei. Não é que o livro seja ruim – realmente não é, é só que eu esperei uma coisa conforme fui lendo as primeiras páginas, e minha expectativa não se concretizou. O foco mudou de repente e a verdade é que eu demorei um pouco pra me relocalizar no livro – não como personagem (I’m not thaaaat crazy), mas como uma leitora que se sente familiarizada e confortável com o que está lendo.

A história fala basicamente sobre um garoto, Quentin (ou Q), que está a ponto de se formar no Ensino Médio, seus amigos nerds e sua fixação por uma menina, Margo Roth Spiegelman – que, quando eles eram crianças, era sua amiga... agora ela era popular e ele, um nerd excluído. Depois de anos sem se aproximar de Q, Margo aparece na sua janela uma noite e o chama para uma aventura – quebrando zilhões de regras, tendo como foco se vingar das pessoas que fizeram mal a Margo. Depois dessa noite épica, Margo desaparece e Q veste a camisa “missão resgate à Margo”, criando diversas hipóteses e ilusões na sua cabeça em relação à garota.


Mas, sério, chegou uma hora que virou questão de honra levar a leitura para frente – já larguei muitos livros, não me orgulho nem um pouco disso – e não me arrependi. O que começa como mais um livro adolescente escrito pelo John Green, de repente se torna uma oportunidade de auto-reflexão em relação aos nossos valores, o que realmente importa na nossa vida? E, o mais importante de tudo, como estamos aproveitando a viagem que é buscar nossos objetivos – o caminho e as pessoas que nos acompanham?

Além de muitas, muitaaaaas citações de monstros da literatura americana (por favor, vejam os crash courses de literatura de John Green), o livro faz com que muita cultura pop que já ficou consagrada na história da cultura americana apareça. Tudo bem que tem umas partes bem clichês, também... mas acho que, para o público-alvo em questão, algumas referências e a forma com que elas são feitas podem acabar por aumentar um pouco o conhecimento literário da galera.


Engraçado pensar que Cidades de Papel criou tantas opiniões diversas: muitas pessoas me falaram ser o pior livro do autor, outras me falaram que era o melhor. Não tenho como opinar sobre isso, já que não tenho outro como referência. Mas gostei bastante do final, achei muito real, possível, bonito. Afinal, nunca realmente se conhece uma pessoas e, às vezes, a gente gosta da imagem que criamos dela, não dela de verdade.

E só um PS: li que também vai virar filme, mas ainda não liberaram o elenco completo. Será?

23 de setembro de 2014

OUTLANDER - amor pelo livro e, agora, pela série!


Há cerca de quatro ou cinco anos tive uma fase meio água com açúcar em questão de livros e, após algumas pesquisas na internet, descobri uma série de livros que bombava. Ela tinha tudo: viagem no tempo, clãs escoceses, um herói ruivo e fantasticamente realizador de todos os sonhos femininos (Alô, ficção!), batalhas e por aí vai... O primeiro livro dessa série, Outlander, tinha mais de 700 páginas – como eu resolvi ler o livro na época, não me pergunte... já basta estar ruminando a leitura de Game of Thrones!

No começo do ano foi anunciado que a série de livros seria adaptada para a TV e, lógico, com sua horda de leitores enlouquecidos, o elenco da série foi absurdamente bem recebido na Comic-Con desse ano.


A história narra a viagem pelo tempo de Claire Randall, uma enfermeira que, após servir durante cinco anos na Segunda Guerra Mundial, viaja com seu marido para a Escócia em uma segunda lua de mel. Lá, ela vai passar o dia em um local místico da região, Craigh na Dun – sem saber que essa magia poderia levá-la a outro lugar – a Escócia de 1743, cheia de clãs e lutas entre escoceses e ingleses.

O primeiro livro foi escrito em 1991 e foi um sucesso. Lógico que o tempo só fez aumentar o número de fãs da história, mas... aqui vou fazer uma breve comparação entre o livro (o que lembro e o que já reli – sim, estou relendo algumas partes) e a série, que sábado exibiu seu sétimo episódio pelo canal Starz.

A adaptação, além de fazer a maravilha de dar vida e preencher alguns gaps de imaginação em relação ao livro, está conseguindo de forma bem inteligente dar importância ao que deve levar mais tempo para ser explicado, alterando ou resumindo trechos que não fariam tanta diferença se fossem mantidos como no livro.


A própria relação entre Jamie e Claire parece ser mais calcada na série, já que temos mais oportunidades de ver a evolução da “amizade” entre eles... levando o espectador a quase bufar de ansiedade pelo tão esperado episódio de casamento (o de sábado, galere, finally!). 

Se bem que, relendo partes relacionadas aos episódios exibidos, acho que o livro transmite melhor a mudança de “afetos” de Claire, de seu marido Frank para Jamie, de forma mais coesa do que na série – já que ela fica o tempo todo reclamando que tem que voltar pro marido, assim a gente fica até desconfiado se ela tá curtindo mesmo ficar com seu novo marido.


Estou gostando (e muito!) da adaptação, ainda mais depois do anúncio de renovação pelo canal Starz, que deixou bem claro também que cada temporada tratará de um livro – ou seja, apertem os cintos, porque as mais de 700 páginas de Outlander terão que caber nos 16 episódios da sua primeira temporada! 

13 de setembro de 2014

Livro: OS MISTÉRIOS DE HARPER CONNELLY - Charlaine Harris, a.k.a. Mais uma família exemplar, sqn!


Leitores ávidos do mundo irão concordar comigo: maior do que o amor de começar a ler um livro novo, terminar aquele que a gente já tá lendo há um século, descobrir que nosso livro do coração terá continuação, é terminar uma séries de livros – ainda mais se você tem aqueles toques de virginiana (como eu!).

Eu sou lerda para começar a ler o que todo-mundo-lê: nunca li a trilogia de Jogos Vorazes, a série Crepúsculo e (me julguem) ainda estou no primeiro livro de Game of Thrones. Mas, aproveitando, também, que esse foi o último ano de True Blood, resolvi direcionar minhas leituras para algo da escritora – Não se iludam, não li todos os 50 milhões de livros do The Southern Vampire Mysteries (a.k.a. os livros que inspiraram True Blood).


Estou falando de outra série lançada por Charlaine Harris, Os Mistérios de Harper Connelly (essas séries sempre me fazem sentir que estou lendo livros daquela coleção Vaga-Lume por causa dos nomes). A série possui 4 livros, já está finalizada (ufa!) e, aqui no Brasil, apenas os três primeiros livros foram lançados: Visão do Além, Surpresa do Além e Frio do Além – o quarto livro, tadinho, não tem nome em português, mas em inglês é Grave Secret (que, convenhamos, quando for lançado por aqui, será chamado de Segredo do Além).

A história é basicamente sobre uma menina chamada Harper Connelly (dãaaar), que, aos 15 anos, foi atingida por um raio e, com isso, além de uma marca permanente na coxa e dores eventuais, recebeu também o dom de perceber os mortos – podendo, inclusive, ver flashes de seus últimos momentos de vida. Ela e seu irmão-por-casamento (a la Patricinha de Beverly Hills) Tolliver passam a percorrer os EUA vendendo os serviços de Harper e, é claro, ao longo dos livros o bicho pega e rola muito suspense e tentativas de assassinatos (e mortes, claro).


Não me prolongando muito mais do que já o fiz, minha visão geral da série foi muito boa. Eu tenho, sim, probleminhas com livros em série, acho muito difícil para o autor conseguir continuar a vibe do(s) primeiro(s) livro(s) nos seus últimos, mas gosto muuuuuuito da escrita da Charlaine Harris – nesta série e nos poucos livros da séries de True Blood que li. Ela consegue ser engraçada, mesmo quando o assunto é pesado e envolve diversas mortes sombrias.

O final foi bom, fechou bonito, e conseguiu me dar aquela dorzinha da “separação” ao ler as últimas páginas. Vale a pena, são só quatro livrinhos super tranquilos de ler, mas, perceba, mesmo com a história do raio que dá habilidades meio místicas para Harper, não vá achando que tem a ver com essas novas séries de livros fantásticos. Não tem seres de outro mundo, nem nada do gênero. É puro mistério/assassinato com um pequeno toque de sobrenatural para apimentar a história. Curti baldes.


E, pasmem vocês: descobri que o primeiro livro da série ganhou uma versão em quadrinhos, mas ainda não consegui achar informações sobre os outros livros (todas chora!).

8 de dezembro de 2011

Quote de Umberto Eco sobre Dan Brown


Diz Umberto Eco*:

Eu inventei Dan Brown. Ele é um dos personagens grotescos do meu romance que levam a sério um monte de material estúpido sobre ocultismo. O Pêndulo de Foucault projeto brinca com teorias conspiratórias e teve início com uma pesquisa entre 1.500 livros de ocultismo reunidos por seu autor. Ele [Dan Brown] usou grande parte do material.” Em 'O Pêndulo de Foucault', eu havia inserido um bom número de ingredientes esotéricos, que podem ser encontrados no Código Da Vinci. Os meus personagens, ao elaborarem os seus projetos, levam em conta a importância do Graal, por exemplo. Eu quis fazer uma representação grotesca daquilo que eu via em volta de mim, de uma tendência da qual eu previa o crescimento. Era fácil fazer uma profecia como esta. Ao pesquisar para escrever 'O Pêndulo de Foucault', eu esvaziei todas as livrarias que já se especializavam nessa "gororoba cultural". Dan Brown copia livros que podiam ser encontrados trinta anos atrás nos sebos da Rue de la Huchette, em Paris. O sucesso pode ser explicado pelo fato de que os autores desses best-sellers levam tudo isso a sério, e ainda pelo fato de que as pessoas são sedentas por mistérios. Em 'O Pêndulo de Foucault', eu cito a frase de G. K. Chesterton:

"Quando os homens não acreditam mais em Deus, isso não se deve ao fato de eles não acreditarem em mais nada, e sim ao fato de eles acreditarem em tudo".


*Retirado do site Wikipedia

13 de janeiro de 2011

Marcadores de livro para Download

Aproveitando que hoje se tornou um dia de livros aqui:
Achei em um blog estes marcadores para download!!!! Lindos demais!!!!!



E com um programa de edição de imagens e uma impressora, dá pra fazer os marcadores mais variados! LINDOS, LINDOS!

Amei!!!!!

Achei essa idéia neste blog aqui... Nem me inscrevi porque não vou seguir à risca, mas amei a iniciativa.... A lista de livros dela segue abaixo e eu já marquei os que eu já li! É bom que serve de guia para terminar logo os que faltam!!!!


"A idéia é simples: ler todos os livros da Agatha Christie em ordem cronológica. Não colocarei uma data limite para término do projeto porque ninguém merece ler livro sob pressão, né?"



LIDO1920O Misterioso Caso de Styles

1922O Inimigo Secreto
LIDO1923Assassinato no Campo de Golfe

1924Poirot Investiga

1924O Homem do Terno Marrom
LIDO1925O Segredo de Chimneys

1926O Assassinato de Roger Ackroyd
LIDO1927Os Quatro Grandes
LIDO1928O Mistério do Trem Azul

1929O Mistério dos Sete Relógios

1929Sócios no Crime
LIDO1930O Misterioso Sr. Quin

1930Assassinato na Casa do Pastor
LIDO1931O Mistério de Sittaford
LIDO1931A Morte do Almirante
LIDO1932A Casa do Penhasco
LIDO1932Os Treze Problemas
1933Treze à Mesa
LIDO1934Assassinato no Expresso do Oriente
LIDO1934Por que Não Pediram à Evans?
1934O Detetive Parker Pyne
LIDO1934Tragédia em Três Atos
1935Morte nas Nuvens
LIDO1936Os Crimes ABC
LIDO1936Morte na Mesopotâmia
LIDO1936Cartas na Mesa
LIDO1937Assassinato no Beco
1937Poirot Perde uma Cliente
LIDO1937Morte no Nilo
LIDO1938Encontro com a Morte
1938O Natal de Poirot
    LIDO1939É Fácil Matar
LIDO1939O Caso dos Dez Negrinhos
LIDO1940Cipreste Triste
LIDO1940Uma Dose Mortal
LIDO1941Morte na Praia
1941M ou N?
LIDO1942Um Copo na Biblioteca
LIDO1942Os Cinco Porquinhos
1942A Mão Misteriosa
LIDO1944Hora Zero
LIDO1944E no Final a Morte
LIDO1945Um Brinde de Cianureto
LIDO1946A Mansão Hollow
LIDO1947Os Trabalhos de Hércules
LIDO1948Seguindo a Correnteza
LIDO1948Testemunha de Acusação
LIDO1949A Casa Torta
1950Os Três Ratos Cegos e Outras Histórias
LIDO1950Convite para um Homicídio
1951Aventura em Bagdá
LIDO1951A Morte da Sra. McGinty
LIDO1952Um Passe de Mágica
LIDO1953Depois do Funeral
1953Cem Gramas de Centeio
1954Um Destino Ignorado
1954Morte na Rua Hickory
1956A Extravagância do Morto
1957A Testemunha Ocular do Crime
1958Punição para a Inocência
1959Um Gato Entre os Pombos
LIDO1960A Aventura do Pudim de Natal
    LIDO1961O Cavalo Amarelo
1962A Maldição do Espelho
1963Os Relógios
LIDO1964Mistério no Caribe
    LIDO1965O Caso do Hotel Bertram
1966A Terceira Moça
1967Noite Sem Fim
LIDO1968Um Pressentimento Funesto
LIDO1969A Noite das Bruxas
1970Passageiro para Frankfurt
1971A Mina de Ouro
LIDO1971Nêmesis
LIDO1972Os Elefantes Não Esquecem
1973Portal do Destino
LIDO1974Os Primeiros Casos de Poirot
LIDO1975Cai o Pano
1976Um Crime Adormecido
LIDO1983Um Furo Jornalístico/
O Cadáver Atrás do Biombo
2008A Teia da Aranha
2008Poirot Sempre Espera e Outras Histórias
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